Decorridos 4 anos, cá estou novamente.
Até mesmo para relembrar como era bom ser eu um angariador e distribuidor de boas idéias.
Aos amigos, meu Olá!
Aos inimigos, Inimigos? Se tenho não sei...
Meu forte abraço...
Hélio Dionísio
.:: Vamos aprender juntos? ::.
terça-feira, 29 de maio de 2018
sexta-feira, 30 de maio de 2014
NÃO SE DEIXE SOTERRAR
Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda.
Um dia, o capataz trouxe-lhe uma noticia que um dos seus cavalos havia caído num velho poço abandonado. O buraco era muito fundo seria muito difícil tirar o animal de lá.
O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o
animal soterrando ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e
orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
No entanto, na medida que a terra caia sobre o seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e imediatamente ia pisando sobre ela.
Logo os homens perceberam que o animal não se
deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo á medida que a terra
caia, até que finalmente, conseguiu sair.
Penso eu, muitas vezes nós nos sentimos como se
estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de
que estão tentando nos soterrar para sempre.
É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da
incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e
da indiferença.
Nesses momentos difíceis, é importante que
lembremos da lição profunda da "estória" do cavalo e façamos a nossa
parte para sair da dificuldade. Afinal se permitimos chegar ao fundo do
poço, só nos resta uma opção:
SE ESTAMOS SENDO SOTERRADOS, DEVEMOS SACUDIR A TERRA E APROVEITÁ-LA PARA SUBIR!
Ademais, em todas as situações difíceis que
enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de DEUS, no qual
podemos nos aproximar através de uma oração.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Você mente?
Uma pessoa conta, em geral, três mentiras a cada dez minutos. É o que
afirma o estudo realizado por Robert Feldman, professor de psicologia da
Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, e autor do livro "Quem
é o mentiroso da sua vida?". A pesquisa indica que recorrer a inverdades é
questão de hábito e uma forma de manter o bom convívio social.
O especialista em segurança eletrônica e autor do livro "Mentira - um rosto de muitas faces", Wanderson Castilho, reforça o coro. Segundo ele, é praticamente impossível um ser humano viver em sociedade sem usar a ferramenta da mentira em algum momento da vida.
"Quem diz que nunca mente está mentindo. Há muitos motivos para mentirmos, entre eles quando somos movidos pela vergonha ou pelo orgulho. Em outros casos, é provável que mintamos para atenuar o impacto que a verdade teria. Ou seja, mentimos para evitar magoar pessoas com quem nos importamos, ou para evitar situações embaraçosas", explica o profissional, que foi o primeiro brasileiro certificado pelo Instituto de Treinamento em Análise de Comportamento (Behaviour Analysis Training Institute - BATI), em San Diego, EUA.
Para ele, a insegurança gera desconforto e dificuldade em revelar a verdade. A obra ainda aponta que flertes e atração por outras pessoas, contatos e amizades, nível de comprometimento, fantasias sexuais, traição, satisfação sexual e aparência também são assuntos que o casal costuma esconder do parceiro.
Já no ambiente de trabalho, o especialista aponta que as mentiras mais comuns são relacionadas a atrasos, trabalhos não realizados ou aptidões exageradas.
"Realizei cerca de duzentas entrevistas com diversos tipos de pessoas, e a partir daí estabeleci perfis e comportamentos típicos de mentirosos. A conclusão foi que homens e mulheres mentem na mesma proporção. Enquanto as mulheres tendem a mentir fazendo referência a acidentes ou fatos tristes de suas vidas, os homens costumam contar vantagens. Muitos aumentam ou inventam feitos profissionais, pessoais e sexuais", avalia o especialista.
Há quem acredite que algumas mentiras são necessárias para manter o convívio social. Em alguns casos, recorrer a dissimulações pode ser considerado sinal de educação, já que muitas vezes a verdade nua e crua tende a ser interpretada como grosseria. Inclusive existe um termo para quando a realidade é deturpada sem malícia, são as "mentiras brancas".
Para Wanderson, a mentira é, para a mente humana, uma grande arma de preservação social. "Do ponto de vista psicológico, a mentira é um ato instintivo de preservação, tal qual a dor ou a febre são do ponto de vista fisiológico. Sem ela a sociedade entraria em colapso. Imagine um marido que tem muitos amigos e habitualmente toma as decisões sobre como usar o tempo livre. Se a mulher não quiser acompanhá-lo poderá recorrer a uma desculpa qualquer, como trabalhar até mais tarde, para se livrar do compromisso, sem magoar quem ama", exemplifica.
"Nada justifica uma mentira, seja qual for a sua intenção. E as crianças precisam ser ensinadas a sempre a dizer verdade. Este aprendizado acontece progressivamente ao longo da infância e os pais são os principais mestres. Os filhos se espelham muito mais em suas atitudes do que em suas palavras. Pais que usam sempre da verdade, que assumem a responsabilidade por aquilo que fazem e dizem, criam filhos responsáveis e éticos. Só se ensina aquilo que se é", aconselha Wanderson.
Reconheça uma mentira
De acordo com o especialista em segurança eletrônica, poucas pessoas estão preparadas para identificar um mentiroso no dia-a-dia. É preciso treinamento e prática para melhorar a capacidade de "ler" os sinais da mentira. O profissional ensina que para reconhecer uma dissimulação da verdade é preciso entender o comportamento padrão da pessoa, prestar atenção no que ela diz, nos pequenos movimentos do rosto (micro expressões faciais), no corpo e nas variações do tom da voz.
"Nosso cérebro não aceita a negação. Quando a pessoa mente, está negando a verdade, e alguma parte da sua expressão facial ou do corpo vai denunciá-la. Aspectos como frequência do piscar de olhos, uso das sobrancelhas para dar ênfase a alguma parte da conversa, posição das mãos e das pernas, rigidez do ombro, e aspecto da testa e da boca são alguns exemplos de atitudes que podem denunciar a mentira", ensina o especialista.
Para ajudar você a identificar um mentiroso, Wanderson Castilho listou abaixo 8 dicas simples de observação. Confira:
Fonte: Equipe Personare
O especialista em segurança eletrônica e autor do livro "Mentira - um rosto de muitas faces", Wanderson Castilho, reforça o coro. Segundo ele, é praticamente impossível um ser humano viver em sociedade sem usar a ferramenta da mentira em algum momento da vida.
"Quem diz que nunca mente está mentindo. Há muitos motivos para mentirmos, entre eles quando somos movidos pela vergonha ou pelo orgulho. Em outros casos, é provável que mintamos para atenuar o impacto que a verdade teria. Ou seja, mentimos para evitar magoar pessoas com quem nos importamos, ou para evitar situações embaraçosas", explica o profissional, que foi o primeiro brasileiro certificado pelo Instituto de Treinamento em Análise de Comportamento (Behaviour Analysis Training Institute - BATI), em San Diego, EUA.
Tipos de mentira
Em seu livro, Wanderson Castilho afirma que nos relacionamentos amorosos
as pessoas mentem mais quando há preocupação e desconfiança em excesso por
parte do outro. Para ele, a insegurança gera desconforto e dificuldade em revelar a verdade. A obra ainda aponta que flertes e atração por outras pessoas, contatos e amizades, nível de comprometimento, fantasias sexuais, traição, satisfação sexual e aparência também são assuntos que o casal costuma esconder do parceiro.
Já no ambiente de trabalho, o especialista aponta que as mentiras mais comuns são relacionadas a atrasos, trabalhos não realizados ou aptidões exageradas.
"Realizei cerca de duzentas entrevistas com diversos tipos de pessoas, e a partir daí estabeleci perfis e comportamentos típicos de mentirosos. A conclusão foi que homens e mulheres mentem na mesma proporção. Enquanto as mulheres tendem a mentir fazendo referência a acidentes ou fatos tristes de suas vidas, os homens costumam contar vantagens. Muitos aumentam ou inventam feitos profissionais, pessoais e sexuais", avalia o especialista.
Há quem acredite que algumas mentiras são necessárias para manter o convívio social. Em alguns casos, recorrer a dissimulações pode ser considerado sinal de educação, já que muitas vezes a verdade nua e crua tende a ser interpretada como grosseria. Inclusive existe um termo para quando a realidade é deturpada sem malícia, são as "mentiras brancas".
Para Wanderson, a mentira é, para a mente humana, uma grande arma de preservação social. "Do ponto de vista psicológico, a mentira é um ato instintivo de preservação, tal qual a dor ou a febre são do ponto de vista fisiológico. Sem ela a sociedade entraria em colapso. Imagine um marido que tem muitos amigos e habitualmente toma as decisões sobre como usar o tempo livre. Se a mulher não quiser acompanhá-lo poderá recorrer a uma desculpa qualquer, como trabalhar até mais tarde, para se livrar do compromisso, sem magoar quem ama", exemplifica.
A mentira é
aprendida na infância
As técnicas de dissimulação geralmente são aprendidas pelas crianças
desde cedo. Um exemplo é quando os pais repreendem a frustração demonstrada
pelo filho ao receber um presente que não o agradou. Os responsáveis costumam
obrigar o pequeno a agradecer, quando notam algum desapontamento na criança. E
isso pode ser considerado uma forma de estimular a mentira social."Nada justifica uma mentira, seja qual for a sua intenção. E as crianças precisam ser ensinadas a sempre a dizer verdade. Este aprendizado acontece progressivamente ao longo da infância e os pais são os principais mestres. Os filhos se espelham muito mais em suas atitudes do que em suas palavras. Pais que usam sempre da verdade, que assumem a responsabilidade por aquilo que fazem e dizem, criam filhos responsáveis e éticos. Só se ensina aquilo que se é", aconselha Wanderson.
Reconheça uma mentira
De acordo com o especialista em segurança eletrônica, poucas pessoas estão preparadas para identificar um mentiroso no dia-a-dia. É preciso treinamento e prática para melhorar a capacidade de "ler" os sinais da mentira. O profissional ensina que para reconhecer uma dissimulação da verdade é preciso entender o comportamento padrão da pessoa, prestar atenção no que ela diz, nos pequenos movimentos do rosto (micro expressões faciais), no corpo e nas variações do tom da voz.
"Nosso cérebro não aceita a negação. Quando a pessoa mente, está negando a verdade, e alguma parte da sua expressão facial ou do corpo vai denunciá-la. Aspectos como frequência do piscar de olhos, uso das sobrancelhas para dar ênfase a alguma parte da conversa, posição das mãos e das pernas, rigidez do ombro, e aspecto da testa e da boca são alguns exemplos de atitudes que podem denunciar a mentira", ensina o especialista.
Para ajudar você a identificar um mentiroso, Wanderson Castilho listou abaixo 8 dicas simples de observação. Confira:
- Lábios:
morder ou lamber os lábios pode ser um forte indício de mentira.
- Voz:
quem mente fica com as cordas vocais mais esticadas que o normal, deixando
a voz mais fina e fraca. Para compensar, a pessoa tenta falar mais alto.
- Olhar:
o mentiroso desvia o olhar enquanto conta a sua mentira e depois passa a
olhar atentamente, querendo observar se conseguiu enganar.
- Secura:
em função de uma reação da adrenalina, o mentiroso fica com a garganta e
boca secas, sendo comum se engasgar ou engolir seco.
- Encobrir
parcialmente a boca: traduz uma vontade de amordaçar-se. Tende a ser um
gesto rápido, porque exprime um conflito: uma parte do mentiroso não quer
calar-se - e sim continuar com a sua mentira.
- Tocar
o nariz: em momentos de tensão a sensibilidade da mucosa nasal aumenta.
Assim, ao mentir, o nariz coça, embora possa ser uma sensação tão suave
que mal se perceba.
- Ombro:
erguer levemente um dos ombros.
- Expressão
facial falseada: quando somos genuínos, usamos os músculos faciais certos
para expressar uma emoção. Num sorriso moderado e falso, não aparecem os
pés de galinha, as bochechas não são levantadas e os olhos ficam menos
apertados. Num sorriso real, mais músculos são utilizados e a pálpebra
superior dobra-se um pouco sobre os olhos.
Fonte: Equipe Personare
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Não há problema em ficar indeciso de vez em quando. Apenas use estas dicas para não adiar decisões indefinidamente, diante das múltiplas escolhas que aparecem pelo caminho.
Vivemos na era das escolhas, uma época em que para comprar uma pasta de dentes no supermercado é preciso se perguntar se quer combater cáries ou tártaro, se quer refrescar o hálito, branquear os dentes ou decidir se vale a pena uma combinação de todas as opções em relação ao custo benefício.Comprar uma simples pasta de dentes hoje em dia pode ser complicado o suficiente para nos mandar direto ao corredor dos doces, para não desanimar antes de decidir. Portanto, se você sofre de indecisão ocasionalmente, tenha certeza de que não está sozinho.
De fato, sua confusão pode ser um sinal de uma mente muito criativa. O bloqueio mental que todos nós experimentamos de vez em quando, afligiu grandes pensadores como Santo Agostinho e Sócrates, cuja imaginação vislumbrou infinitas variações e novas oportunidades.
Os métodos para decidir qualquer coisa
Os filósofos contemporâneos têm desenvolvido uma ciência para superar a indecisão, os princípios gerados por eles são utilizados por grandes corporações e até pelo governo para decidir qualquer coisa. Desde como contratar funcionários até como investir o dinheiro.
Sendo assim, podemos seguramente aplicar os mesmos métodos para resolver situações do nosso cotidiano.
As pessoas têm medo de tomar decisões, porque estão tentando encontrar a resposta perfeita, e não há resposta perfeita”, diz Gary Klein, autor de Fontes de Energia: Como as pessoas tomam decisões, para o qual entrevistou bombeiros, enfermeiros e outros que são pagos para tomar decisões em poucos segundos.
As pessoas costumam tomar decisões de duas maneiras: Elas analisam os prós e contras, ou acessam suas intuições viscerais. Na psicologia e revistas de negócios, escritores que você acha que tem coisas melhores para fazer gastam galões de tinta discutindo sobre qual abordagem é melhor. Klein recomenda uma combinação desses métodos, nesta ordem:
Entre em contato com sua intuição.
Depois de analisar os prós e contras, a sua mente racional irá afogar a sua intuição. A definição de intuição é tida como o acumulo de experiência convertida em um flash de raciocínio ultra rápido. Se uma nova oportunidade de negócio se apresenta é possível refletir de acordo com as reações das pessoas envolvidas. Mesmo um pouco de linguagem corporal pode incutí-lo de algum desconforto como um alerta para não comprar a ideia.
Para descobrir o seu ponto de vista intuitivo, você ainda pode jogar uma moeda.
Não para tomar a decisão por você, mas para que você possa registrar sua reação visceral. Como você se sente quando uma opção é descartada? Se você se sentir desapontado, pergunte-se porquê.
Não para tomar a decisão por você, mas para que você possa registrar sua reação visceral. Como você se sente quando uma opção é descartada? Se você se sentir desapontado, pergunte-se porquê.
Abra as opções e analise cada uma.
Fazer pesquisa é obviamente muito importante, mas às vezes o medo de errar pode fazê-lo investigar indefinidamente, prejudicando sua produtividade. Por outro lado, o anseio do alívio de tomar uma decisão pode fazer com que sinta que já fez o suficiente muito cedo. Sem exageros, faça um brainstorm e analise um monte de opções. Pense criativamente sobre como combinar as melhores partes de cada opção que surgir.
Fazer pesquisa é obviamente muito importante, mas às vezes o medo de errar pode fazê-lo investigar indefinidamente, prejudicando sua produtividade. Por outro lado, o anseio do alívio de tomar uma decisão pode fazer com que sinta que já fez o suficiente muito cedo. Sem exageros, faça um brainstorm e analise um monte de opções. Pense criativamente sobre como combinar as melhores partes de cada opção que surgir.
Descarte medos vagos, como “Pode ser um erro”, em vez disso tente imaginar um cenário específico.
Pergunte-se concretamente sobre os possíveis resultados: Qual é o pior que poderia acontecer? O que eu faria então? Eu poderia viver com isso? Na medida do possível procure vivenciar ou experimentar as opções.
Pergunte-se concretamente sobre os possíveis resultados: Qual é o pior que poderia acontecer? O que eu faria então? Eu poderia viver com isso? Na medida do possível procure vivenciar ou experimentar as opções.
Abandone a ideia de escolha perfeita.
Você não pode obter todas as informações, nem pode prever o futuro e calcular todos os riscos. “Quanto mais difícil for tomar uma decisão, mais próximos são os resultados das opções o que torna essa decisão menos importante”, diz Klein. “Se você está agonizando sobre diferentes balneários no Havaí, você está sofrendo a toa. Nunca há uma garantia de que você está tomando a decisão certa. Basta aceitar isso.”
Você não pode obter todas as informações, nem pode prever o futuro e calcular todos os riscos. “Quanto mais difícil for tomar uma decisão, mais próximos são os resultados das opções o que torna essa decisão menos importante”, diz Klein. “Se você está agonizando sobre diferentes balneários no Havaí, você está sofrendo a toa. Nunca há uma garantia de que você está tomando a decisão certa. Basta aceitar isso.”
Confie em si mesmo.
Melhore a sua intuição, examinando suas decisões depois que você já as tomou. Olhe se você o faria da mesma forma novamente. Aprenda e aprimore suas próximas decisões.
Melhore a sua intuição, examinando suas decisões depois que você já as tomou. Olhe se você o faria da mesma forma novamente. Aprenda e aprimore suas próximas decisões.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O Segredo da boa Comunicação
A comunicação é parte do desenvolvimento humano, que por consequência afeta todo tipo de ambiente onde há convivência entre pessoas.
Talvez, seja possível solucionar problemas de convivência comuns na família, no trânsito, na escola, por exemplo. Basta incentivar e desenvolver o domínio da arte da comunicação no ambiente de trabalho.
Começando por nós mesmos.
Dominando a comunicação
Passar uma mensagem clara e objetiva para o ouvinte de forma eficiente, depende de diversos fatores.
Uma conversa deve ser interessante e agradável. Assim é possível atrair a atenção para suas idéias. No entanto, para uma comunicação eficiente isso ainda não basta. Mostrar entusiasmo e interesse pelo outro também são fatores importantes.
Uma boa comunicação envolve:
- Expor objetivos, metas e planos
- Adequar a linguagem ao interlocutor
- Boa postura e entonação
- Ler muito. Saber falar sobre vários assuntos
- Falar olhando nos olhos da pessoa
- Discordar sem ser desagradável. Use perguntas.
A comunicação não é uma competição. Alguns profissionais acham que devem sempre sair ganhando. Comunicação não é discussão. Nunca critique alguém durante uma apresentação ou diálogo.
Os pecados capitais da comunicação
Evite estes erros:
- Ser o dono da verdade
- Não ouvir atentamente ao outro
- Desconhecer as particularidades dos ouvintes
- Falhas de concordância verbal e nominal
- Ser chato
- Desrespeito social
- Subestimar a inteligência da outra pessoa
- Usar termos técnicos desconhecidos
- Gesticular demais
- Tocar fisicamente o outro com frequência
- Monopolizar a palavra
- Usar frases de duplo sentido
- Abusar da ironia
- Ter atitudes preconceituosas
- Criticar cruelmente e sem função
- Grosseria ou agressividade
- Arrogância, falar bem de si mesmo
- Mostrar superioridade
- Envenenar o ambiente com mau humor
- Gozações e brincadeiras de mau gosto
Transformando palavras em ímãs
Segundo o consultor Carlos Hilsdorf, três coisas tornam uma conversa cativante: o tema, as pessoas e o relacionamento entre elas.
Assim, a melhor estratégia para uma comunicação eficiente é procurar um tema atraente para falar com pessoas interessantes e estabelecer com elas uma atmosfera agradável de compartilhamento e respeito.
Concentre-se na pessoa e lembre-se de que ela é o assunto preferido dela mesma. Fale em forma de perguntas que abram o caminho para conhecê-la melhor e achar pontos de interesse em comum.
Nunca esqueça de:
- Sorrir sempre para os outros
- Elogiar com honestidade
- Agradecer é primordial
- “Descobrir” o outro e ver suas qualidades
- Cooperar e construir junto
- Perguntar sem bisbilhotar. Interessado no outro.
- Compreender e depois ser compreendido.
Lembre-se: Quem não se comunica, se trombica! Essa é a máxima do velho guerreiro.
Fonte: Roberto Machado - blog doce shop
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Feedback, Você sabe como dar?
No contexto organizacional, o feedback é entendido como um fornecimento de informações para uma pessoa ou grupo com o objetivo de melhorar seu desempenho. Vivendo atualmente numa pressão profissional muito grande, adorei quando li esse material, pois as dicas me deram um norteador bacana, assim resolvi partilhar com meus colegas leitores. Espero que gostem e façam bom proveito.
Fátima, Gerente de Atendimento, estava no processo final de uma avaliação de desempenho da empresa, uma novidade para ela. Também era um desafio, pois assumira o cargo de gestora há menos de 1 ano. Nesse período pode observar de perto sua equipe, e percebeu que algumas pessoas eram displicentes no trabalho, outras se faziam de inocentes quando ela se aproximava, etc. De perfil bastante controlador, Fátima não via a hora de dar o feedback para sua equipe. Queria ver todos trabalhando de forma bastante alinhada.
A coisa parecia bastante normal, quando Rosana, gerente de RH, foi procurá-la. Fátima ficou surpresa ao saber, por intermédio de Rosana, que toda sua equipe estava revoltada com a condução do seu feedback. Segundo Rosana, das 25 pessoas que ela já tinha atendido até então, pelo menos 18 foram reclamar no RH pela falta de clareza, grosseria, sisudez, falta de tato, entre outros, da gerente de Atendimento.
Fátima sentiu-se traída pela equipe e tomou o problema como algo pessoal. A única coisa que queria era tornar a equipe funcional, otimizada e ficou bastante insatisfeita com o fato da equipe ter ido reclamar no RH. Rosana, tentou amenizar a situação e pediu desculpas à Fátima, pois reconheceu que o erro partiu de seu próprio departamento. O feedback é uma ferramenta e como tal, é preciso conhecê-la para saber utilizá-la. Fátima não estava apta a utilizar a ferramenta, o que causou um estrago muito maior e tirou o brilho do benefício da avaliação de desempenho.
O problema de Fátima é muito parecido com o de muitos gestores, e nem é preciso fazer parte de um processo de Avaliação de Desempenho para ter problemas desse tipo.
No contexto organizacional, o feedback é entendido como um fornecimento de informações para uma pessoa ou grupo com o objetivo de melhorar seu desempenho.
Receber feedback também pode não ser fácil para algumas pessoas. Portanto, é importante preparar um “ambiente psicológico adequado” para iniciar um feedback. Seguem algumas dicas:
Prepare o ambiente
1) escolha um local e horário adequados para o feedback. Escolha um ambiente tranquilo e evite interrupções;
2) crie empatia, rebaixe as defesas da outra pessoa mostrando que você está lá para ajudar;
3) estabeleça um clima de verdade para que haja confiança no processo. Isso significa também se mostrar aberto e disponível para as opiniões do recebedor do feedback.
Separe o problema da pessoa: por exemplo, dizer que determinada parte do texto está confusa é diferente de dizer que a pessoa é confusa. Separar o comportamento/problema da pessoa é importante para que você não transforme a pessoa no próprio problema. Isso também ajuda a tornar a situação mais objetiva. Em um feedback, quanto menos rodeios, melhor!
Exponha o comportamento indesejado de forma objetiva e localizado no tempo e espaço: uma pessoa raramente se comporta mal porque quer. Ela erra ou se comporta mal porque foi o jeito que aprendeu a fazer. Portanto, ao dar o feedback é preciso lembrar a pessoa O QUE, QUANDO, ONDE e COMO o comportamento ocorreu. Dê exemplos concretos, isso ajuda a pessoa a perceber o problema. Por exemplo: “ontem, você saiu para conversar com seus colegas na hora do seu almoço (QUANDO), entretanto, os demais estavam trabalhando, e você começou a contar piadas na frente dos clientes (O QUE e COMO), bem em frente ao balcão de atendimento (ONDE)”.
Descreva o comportamento desejado: é importante deixar claro para a pessoa o que se espera dela. Dar exemplos objetivos também ajudam a pessoa a entender como agir. Ex.: “quero que atenda os telefonemas, no máximo, até o terceiro toque”. “Quero que você mantenha o balcão sempre limpo, isso significa passar um pano umedecido com álcool, manter os molhos e guardanapos arrumados e dispostos nesse canto, etc.”
Chegando a um acordo comum: em algumas ocasiões você vai perceber que a pessoa não realiza as ações da forma que você gostaria porque há empecilhos que extrapolam a vontade dela. Nesse caso, o melhor seria que vocês, em conjunto, buscassem uma solução comum. É muito difícil uma pessoa ser resistente a uma ideia que ela mesma ajudou a criar.
Sobre a autora: Meiry Kamia é Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, Consultora Organizacional. Diretora da Meiry Kamia - Consultoria, Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas (www.meirykamia.com)
Fátima, Gerente de Atendimento, estava no processo final de uma avaliação de desempenho da empresa, uma novidade para ela. Também era um desafio, pois assumira o cargo de gestora há menos de 1 ano. Nesse período pode observar de perto sua equipe, e percebeu que algumas pessoas eram displicentes no trabalho, outras se faziam de inocentes quando ela se aproximava, etc. De perfil bastante controlador, Fátima não via a hora de dar o feedback para sua equipe. Queria ver todos trabalhando de forma bastante alinhada.
A coisa parecia bastante normal, quando Rosana, gerente de RH, foi procurá-la. Fátima ficou surpresa ao saber, por intermédio de Rosana, que toda sua equipe estava revoltada com a condução do seu feedback. Segundo Rosana, das 25 pessoas que ela já tinha atendido até então, pelo menos 18 foram reclamar no RH pela falta de clareza, grosseria, sisudez, falta de tato, entre outros, da gerente de Atendimento.
Fátima sentiu-se traída pela equipe e tomou o problema como algo pessoal. A única coisa que queria era tornar a equipe funcional, otimizada e ficou bastante insatisfeita com o fato da equipe ter ido reclamar no RH. Rosana, tentou amenizar a situação e pediu desculpas à Fátima, pois reconheceu que o erro partiu de seu próprio departamento. O feedback é uma ferramenta e como tal, é preciso conhecê-la para saber utilizá-la. Fátima não estava apta a utilizar a ferramenta, o que causou um estrago muito maior e tirou o brilho do benefício da avaliação de desempenho.
O problema de Fátima é muito parecido com o de muitos gestores, e nem é preciso fazer parte de um processo de Avaliação de Desempenho para ter problemas desse tipo.
No contexto organizacional, o feedback é entendido como um fornecimento de informações para uma pessoa ou grupo com o objetivo de melhorar seu desempenho.
Receber feedback também pode não ser fácil para algumas pessoas. Portanto, é importante preparar um “ambiente psicológico adequado” para iniciar um feedback. Seguem algumas dicas:
Prepare o ambiente
1) escolha um local e horário adequados para o feedback. Escolha um ambiente tranquilo e evite interrupções;
2) crie empatia, rebaixe as defesas da outra pessoa mostrando que você está lá para ajudar;
3) estabeleça um clima de verdade para que haja confiança no processo. Isso significa também se mostrar aberto e disponível para as opiniões do recebedor do feedback.
Separe o problema da pessoa: por exemplo, dizer que determinada parte do texto está confusa é diferente de dizer que a pessoa é confusa. Separar o comportamento/problema da pessoa é importante para que você não transforme a pessoa no próprio problema. Isso também ajuda a tornar a situação mais objetiva. Em um feedback, quanto menos rodeios, melhor!
Exponha o comportamento indesejado de forma objetiva e localizado no tempo e espaço: uma pessoa raramente se comporta mal porque quer. Ela erra ou se comporta mal porque foi o jeito que aprendeu a fazer. Portanto, ao dar o feedback é preciso lembrar a pessoa O QUE, QUANDO, ONDE e COMO o comportamento ocorreu. Dê exemplos concretos, isso ajuda a pessoa a perceber o problema. Por exemplo: “ontem, você saiu para conversar com seus colegas na hora do seu almoço (QUANDO), entretanto, os demais estavam trabalhando, e você começou a contar piadas na frente dos clientes (O QUE e COMO), bem em frente ao balcão de atendimento (ONDE)”.
Descreva o comportamento desejado: é importante deixar claro para a pessoa o que se espera dela. Dar exemplos objetivos também ajudam a pessoa a entender como agir. Ex.: “quero que atenda os telefonemas, no máximo, até o terceiro toque”. “Quero que você mantenha o balcão sempre limpo, isso significa passar um pano umedecido com álcool, manter os molhos e guardanapos arrumados e dispostos nesse canto, etc.”
Chegando a um acordo comum: em algumas ocasiões você vai perceber que a pessoa não realiza as ações da forma que você gostaria porque há empecilhos que extrapolam a vontade dela. Nesse caso, o melhor seria que vocês, em conjunto, buscassem uma solução comum. É muito difícil uma pessoa ser resistente a uma ideia que ela mesma ajudou a criar.
Sobre a autora: Meiry Kamia é Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, Consultora Organizacional. Diretora da Meiry Kamia - Consultoria, Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas (www.meirykamia.com)
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Quanto vale o seu serviço? Aprenda a cobrar pelo seu trabalho.
Caros Amigos e aqueles que frequentam meu blog, me perdoem, mas quando li esse material não pude deixar de partilhar com todos Vocês.
Durante 12 anos tenho trabalhado com Consultoria Administrativa e financeira, migrei para este setor depois de ser rejeitado pelo mercado, que com 34 anos me julgou "Velho".
Para sobreviver, sempre cobrei abaixo do valor de mercado pelos meus serviços apostando no reconhecimento dos empresários, o que nunca vi ao longo desses anos. Espero que a matéria seja de interesse comum àqueles que em algum momento de suas vidas passaram pela mesma situação que vivi ou sirva para aqueles que estão iniciando neste seguimento.
Espero que gostem.
Se você desenvolve um sistema e não sabe o preço que vai cobrar pelo seu serviço com certeza você já esta perdendo dinheiro. Eu estou supondo que você é um profissional sério que optou trabalhar como desenvolvedor analista ou consultor free lancer e que espera viver do seu trabalhar de forma digna e condizente.
Se você desenvolve um sistema e não sabe o preço que vai cobrar pelo seu serviço com certeza você já esta perdendo dinheiro. Eu estou supondo que você é um profissional sério que optou trabalhar como desenvolvedor analista ou consultor free lancer e que espera viver do seu trabalhar de forma digna e condizente.
A primeira coisa que você deve fazer é valorizar o seu trabalho, e realmente batalhar para que ele seja da melhor qualidade possível quer como programador quer como analista ou consultor. Então não tenha receio de estipular o preço do seu serviço, apenas faça isto de forma justa e consciente.
É certo que existem muitas pessoas na área que cobram um preço muito baixo e oferecem também um serviço de baixa qualidade.
Você não deve se balizar por estas pessoas nem temer em estar cobrando um preço elevado e perder o seu cliente.
Também não deve cobrar um preço absurdo que esta muito acima do valor médio do mercado. Então, quanto você deve cobrar?
Depende de quanto você gasta e de quanto deseja ganhar.
Primeiro você deve saber qual é o seu custo, quanto você vai gastar para realizar o serviço.
Aqui você deve considerar os custos fixos e o custo do seu trabalho.
Tenha em mente que o preço deve estar compatível com a região aonde você esta trabalhando. A primeira coisa a fazer para calcular o preço do seu serviço é estipular o seu salário.
Isto mesmo você define, por exemplo, que quer ter um salário de R$ 3.000,00; acrescente a este valor a carga tributária (INSS, impostos, etc.) da ordem de 30% e teremos R$ 3.900,00. (Se você contratar mais uma pessoa para lhe ajudar você deve somar o salário que vai pagar acrescidos dos 30%; se tiver despesas com terceiros também considere-as aqui.).
Defina o preço do seu serviço apresentando um orçamento que leve em conta a estimativa de horas que você vai gastar para o desenvolvimento, testes e implantação do sistema.
Assim se você calculou que o sistema vai demandar 30 dias de trabalho para desenvolvimento, 5 dias para testes e 5 dias para implantação terá no total 40 dias; trabalhando 8 horas por dia chegamos a 320 horas
(Leve em consideração as mudanças nas regras de negócio durante o desenvolvimento do projeto que irão com certeza ocorrer) Para calcular o valor da sua hora de trabalho basta dividir o seu custo total pelas horas trabalhadas, ou seja: R$ 3.900,00 / 320 horas; o que nos dá um valor de R$ 12,20 a hora.
Tudo certo? Não, esta faltando os custos fixos que você tem com água, luz,
telefone, combustível, etc.
Vamos supor que este valor fique em torno de R$ 1.000,00.
Vamos então calcular o valor do seu custo fixo por hora.
Divida o valor do custo fixo pelas horas trabalhadas: R$ 1.000,00 /320 horas; pronto chegou ao valor de R$ 3,10.
Agora some o valor da sua hora de trabalho com o valor do seu custo fixo por hora:
R$ 12,20 + R$ 3,10; o que irá dar um total de R$ 15,30. Este é o valor mínimo que você deve cobrar pelos seus serviços (supondo que o valor do salário estipulado para você esta dentro dos padrões do mercado onde você trabalha).
Então chegamos ao valor final do seu custo operacional? Não, ainda esta faltando um detalhe.
Você deve acrescentar a este valor a margem de lucro que você deseja ganhar.
Esta margem de lucro refere-se a investimentos que você com certeza terá que fazer em equipamentos, cursos, propaganda, etc. Para definir o percentual do seu mercado de trabalho mas creio que uma valor entre 10% e 20% seja razoável. Este valor deverá ser aplicado em cima do valor do seu custo operacional; calculando chegamos a R$ 17,60 (R$ 15,30 acrescidos de 15% de margem de lucro).
Agora para calcular o valor que você deve cobrar multiplique o valor do seu custo operacional mais margem de lucro, R$ 17,60, pelas horas trabalhadas no projeto e você terá o valor de R$ 5.630,00. Este é o valor que você deverá cobrar por este serviço.
Os valores são fictícios e eu não tomei como base nenhum mercado referencial fiz apenas um exercício querendo mostrar uma forma simples, mas realista de você calcular qual o valor do seu serviço. Você pode se basear neste exemplo para fazer os seus próprios cálculos.
Para terminar lembre-se de fazer um contrato estipulando todos os prazos e
valores considerando também os acréscimos em decorrência do atraso na entrega do projeto devido a mudanças de última hora nas regras de negócios.
Se não fizer isto pode estar trabalhando de graça.
Valorize o seu serviço e lembre-se:
"Quem não quer pagar por um bom serviço com certeza não terá um
bom serviço."
Fonte.: Pesquisa na internet, sites de finanças, me perdoem, mas não anotei.
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